Um breve relato sobre o Open Banking neste novo ano que se inicia.

Um breve relato sobre o Open Banking neste novo ano que se inicia.

Um breve relato sobre o Open Banking neste novo ano que se inicia.

A revolução das FINTECHS está só no começo, e terá mais um relevante capitulo neste ano, mais precisamente a partir do 2° Semestre, quando o Banco Central pretende implementar o Sistema Financeiro Aberto, ou como está sendo chamado: Open Banking.

O banco central parece ter aprendido com o movimento gigantesco que aconteceu na China, além de toda a revolução que tem ocorrido aqui no Brasil nesse setor culminando em grandes IPO’s como o da Stones, Banco Inter e recentemente a XP Inc que acabou sendo o maior IPO de uma empresa brasileira na NASDAQ.

Existe hoje uma parte cada vez maior de consumidores mais informados e exigentes, que não aceitam mais pagar altas taxas por serviços pouco transparentes e nada eficientes, não aceitam mais ter que ir a uma agência bancária ficar horas na fila esperando atendimento e não veem mais sentido em pagar taxa para fazer TED e DOC.

O sistema financeiro e os bancos são importantíssimos para a economia, dinamizando o consumo e financiando projetos de grande impacto socioeconômico, mas esse mercado pode prosperar, crescer e contribuir para a sociedade de uma outra forma, essa nova forma, esse novo modelo está sendo moldado pelas FINTECHS, empresas de tecnologia para o mercado financeiro. Atualmente, graças as grandes mudanças que estão ocorrendo, o usuário/cliente precisa apenas de internet e um Smartphone para fazer todas as transações financeiras que precisar.

Neste ano essa revolução será ainda maior aqui no Brasil com o open banking que promete mudar a forma como o mercado financeiro funciona, o open banking será como uma plataforma que vai permitir a integração das chamadas API’s (interface de programação de aplicativos), e dando o poder as pessoas que finalmente serão donos dos seus dados e poderão fornece-los para qualquer outra empresa, um dos princípios do Open Banking é que os dados bancários pertencem aos clientes e não as instituições, permitindo a movimentação de suas contas a partir de diferentes plataformas e não só no aplicativo ou site do banco.

Essa é uma virada sem precedentes, um verdadeiro game-changing dando um claro posicionamento de abertura de um mercado que ao longo das ultimas décadas esteve altamente concentrado, finalmente é vantajoso para o consumidor abrir uma conta em um banco, opa! Abrir uma conta em um FINTECH.

Eduardo Fiuza Lobo

Fundador da ABAS e CEO do QRPOINT.

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